Espeed-car

Visão

Ser reconhecida no estado de São Paulo como oficina de pintura e funilaria de automotivos, oferecendo soluções em produtos e serviços com agilidade e competividade.


Missão

Prestação de serviço com agilidade e qualidade buscando sempre alta tecnologia de ponta para os nossos clientes.

Valores e Princípios

Ética e transparência;
Relacionamento de confiança mutua;
Compromisso com o cliente.


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

PINTURAS EM CHAMAS

Se é um tipo de personalização que eu acho legal é esse tipo de pintura – chamas!

Fica show – o nível de detalhe impressiona, parece fogo de verdade!

Clique aqui para ver mais fotos

Uma bela F-150 Lightining (ou seria Fire?)

Combina melhor ainda com carros antigos

Legal o detalhe do índio no capô

Dodge Ram

Mini Cooper conversível

Dodge Magnum, estilo Dub

Um legitimo Hot-Rod. Bem Hot.

Silverado, exageradamente rebaixada

Chrysler PT Cruiser

Ficou lindissimo.

Carro de arrancada

Não sei que modelo é esse… mas ficou show – olha o dragão no capô

Camaro de arrancada

Mais uma do Camaro… Curte Muscle Cars?

Eu acho que é uma Escalade

Hard Rock Hotel and Casino – vixe!

Bel Air -um dos desenhos de carros que eu mais admiro

Belo veículo de propaganda

O devorador de gasolina Hummer H3

Fala sério… Sensacional, mas usar um carro desse pra rodar todos os dias…

Detalhe da lateral. Olha o tamanhinho do tanque.

Dá pra fazer em brinquedo também

e até em helicópteros. Mas esse é de miniatura.

Ah, também pode ser azul!

E verde também! belo Hot Rod!

TIPOS DE PINTURA - COMO PREPARAR A CARROCERIA PARA PINTURA - DICAS PARA PINTURA AUTOMOTIVA - SOLUCIONANDO PROBLEMAS - TABELA DE QUEDA DE PRESS


TIPOS DE PINTURA

Imersão

Vantagens:
- Cobertura de tinta em locais de difícil acesso (Cantoneiras , Curvas etc..)
- Melhor acabamento nestas áreas

Desvantagens:
- Escorrimento
- Desperdícios
- Volatilização (do solvente e da tinta)


Pincel

Vantagens:
- Custo ( Não Necessita Equipamentos Especiais )
Compressor / Pistola / Filtro de Ar.

Desvantagens:
- Riscos das Cerdas ( Imperfeições na Pintura )
- Desperdício de Tinta
- Acabamento não Uniforme


Rolo

Vantagens:
- Custo ( Não Necessita Equipamentos Especiais )
Compressor / Pistola / Filtro de Ar.
- Pinturas em Parede com Latex ( Mais Adequada )

Desvantagens:
- Desperdício de Tinta

- Espirros de tinta na aplicação
- Não cobertura de cantos


Pistola ( Pulverização Convencional )

Vantagens:
- Alinhamento na Aplicação (Ordenação das Partículas de Tinta)
- Uniformidade na Aplicação
- Menor Desperdício de Tinta
- Tempo Reduzido na Aplicação

Desvantagens:
- Custo ( Necessidade de Compressor de Ar,( Filtro, Pistola, Local Adequado, Etc...)
- Névoa na Aplicação (Poluição)
- Manutenção dos Equipamentos


Eletrostática

Vantagens:
- Uniformidade na Aplicação
- Melhor Aproveitamento da Tinta (Reutilização)
- Melhor Acabamento das Peças
- Maior resistência da Pintura
- Pintor ( Sem Necessidade de Qualificação)

Desvantagem:
- Custo : Necessidade de Compressor de Ar, Filtro de Ar, Cabina de Pintura (para retenção do pó) e Estufa (para a cura da tinta)
- Manutenção ( Pessoa qualificada , Assistência Técnica Autorizada)


COMO PREPARAR A CARROCERIA PARA PINTURA

O resultado final do processo do trabalho da repintura automotiva depende, em primeiro lugar, de uma perfeita preparação de superfície.

Por que é importante preparar a superfície.
Muitos dos produtos que são utilizados durante a preparação de superfície são promotores de aderência e possuem propriedades anticorrosivas. Para que os produtos que serão utilizados depois da preparação, como as tintas e os vernizes, tenham boa aderência e não apresentem problemas, é fundamental que o trabalho de preparação da superfície seja bem feito. A aplicação de produtos como o Wash Primer é fundamental para que a chapa receba a proteção contra a corrosão, um problema que deriva originalmente da preparação inadequada ou até mesmo da não-preparação.

Produtos e equipamentos específicos para a preparação da superfície.
Para realizar a preparação de superfície é necessário: Flanelas, Lixas (números 180,320,400,600), Taco de borracha, Pistola de pintura. Produtos: Desengraxante, Thinner, Wash Primer, Primer.

Etapa anterior a preparação
Caso haja necessidade, existe a remoção da tinta através do lixamento ou da aplicação do Removedor Pastoso.

A preparação é feita seguindo alguns procedimentos:
1) O primeiro passo inicia-se assim que o carro chega a oficina, que é a retirada da tinta que possui algum problema, como trincamento, em virtude de ter amassado a lataria, ferrugem, etc.. Essa retirada é feita utilizando-se Removedor Pastoso. Deve ser aplicada uma camada alta do produto com um pincel. Durante a aplicação é necessária a utilização dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPI) : mascara, 6culos e luvas. Não é recomendada a aplicação sobre peças quentes ou sob o sol. Em seguida, espera-se que o produto faça com que a tinta fique com o aspecto enrrugado (5 a 10 minutos). Quando se detecta que o produto esta agindo, iniciar a raspagem da tinta. Nota-se o aparecimento das camadas dos produtos que foram utilizados na primeira preparação de superfície. Terminada a raspagem, limpar a peça com Thinner para a retirada de resíduos do produto. (No caso de pequenos retoques a superfície não precisa da utilização do Removedor Pastoso, basta lixar com o auxilio do taco de borracha e lixa d’água 240).

2) Lavar com água e sabão neutro para que a superfície esteja livre de impurezas solúveis em água, tais como: poeira, lama, etc. Este procedimento deve ser feito rapidamente pois a chapa pode oxidar-se; deve se enxaguar em seguida. Secar utilizando-se de ar comprimido, ou soprador térmico.

3) Limpar a superfície com desengraxante para remover toda a oleosidade, graxa, etc.. Secar com uma flanela limpa. 0 desengraxante é um produto muito importante em todas as etapas da repintura de um carro pois ele é responsável pela limpeza da superfície. Caso haja alguma impureza durante a aplicação de algum dos produtos corre-se o risco de ter, no futuro problemas na pintura como oxidação, crateras, etc.

4) Lixar com o auxilio de um taco de borracha e lixa d’água 180 no primeiro desbaste e em seguida lixar com lixa d’água 320 em movimentos circulares.

5) Não deixar as superfícies expostas as intempéries (sol, vento, chuva, etc.), aplicar imediatamente uma demão esfumaçada de Wash Primer, previamente catalisado, com a pistola regulada em 40 a 50 lbs/pol. 0 Wash Primer é um fundo fosfatizante que possui propriedades anticorrosivas e promove a adesão dos demais produtos nos diferentes tipos de substratos. Pode ser utilizado em chapas de aço, galvanizados, alumínio ligas de cobre e correlatos podendo ser aplicado sobre ele qualquer tipo de acabamento.

6) Aplicar Primer Nitro, que após a secagem deve iniciar lixando com lixa d’água 400 e terminar com lixa 600; 0 tempo de secagem é de: Ar: 30 a 40 minutos a 25 C Estufa: 10 minutos a 60 C

7) Se for necessário, aplicar a Massa Rápida, para a correção de pequenas imperfeições que deve ser lixada, após a secagem com lixa d’água 240 ou 280.

8) Aplicação do Controle de Lixamento.

9) Aplicação, se necessária, nos locais onde necessitam a proteção contra batida de pedras, do Autoforce.

Preparação e Durabilidade da Pintura
Como já foi citado anteriormente durabilidade da pintura esta relacionada com preparação de superfície. A preparação correta, utilizando produtos de qualidade, é fundamental para que a pintura tenha uma boa durabilidade. Recomendamos também, além de preparação, a utilização de um sistema de pintura. Utilizar produtos e complementos sempre de um mesmo fabricante. Desde o Wash Primer até o verniz de acabamento é importante que todos os produtos sejam do mesmo fabricante pois eles já foram previamente testados e aprovados em diversas condições (intempéries). É importante também utilizar sempre os catalisadores e thinners para a diluição indicados para os produtos.


DICAS PARA PINTURA AUTOMOTIVA

Pinturas em Plásticos

  • Lavar cuidadosamente com água e sabão neutro.

  • Desengraxar utilizando Solução Desengraxante.

  • Lixar com lixa #600.

  • Desengraxar novamente, utilizando Solução Desengraxante.

OBS.: Devido a problema de aderência em pinturas em plásticos, é aconselhado que se utilize Primer para Plásticos antes de iniciar a pintura.

Pinturas em Chapas Metálicas

  • Lavar com água e sabão, secar com ar e lixar.

  • Limpar com Solução Desengraxante e secar com ar comprimido.

  • Aplicar Fundo Fosfatizante

  • Caso haja imperfeições, corrigir com Massa Poliéster.

  • Limpar novamente com Solução Desengraxante. Aguardar a secagem e aplicar o Primer.

  • Aplicar o Controle de Lixamento e lixá-lo até removê-lo por completo. Limpar novamente com Solução Desengraxante, secar com ar comprimido e iniciar aplicação da tinta de acabamento.

OBS.: O procedimento acima descrito refere-se para pintura em chapa metálica NUA. Para chapa metálica PINTADA, utilizar inicialmente o Removedor Pastoso e seguir o procedimento acima descrito.
Evite realizar pinturas em ambientes com poeira.


SOLUCIONANDO PROBLEMAS

Diferença de Tonalidade

Identificação: A repintura apresenta uma tonalidade diferente de pintura original.

Causas: A pintura original de fábrica apresenta algumas variações e ainda sofre alteração na sua coloração, por ação da natureza e/ou por maus tratos. Isto significa que é natural ter que "acertar" a tonalidade da cor na hora da repintura. Mas é importante saber que o modo de como se aplica a tinta também influencia ( e muito) a tonalidade da cor.
Os problemas mais frequentes ocorrem pelos seguinte motivos:

  • Uso de tintas com baixa viscosidade (tinta muito fina) ou com alta viscosidade (tinta muito grossa).

  • Falta de ajuste da pressão do ar, vazão da tinta, velocidade de aplicação e distância entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada.

  • Número inadequado de demãos aplicadas: mais demãos (tonalidade mais escura), menos demãos (tonalidade mais clara).

Correção: Utilizar a tinta de maneira correta, seguindo rigorosamente as instruções contidas na embalagem. Caso a cor ainda precise de ajuste, o acerto da tonalidade pode ser feito com o acréscimo de pigmentos na tinta.

OBS.: Mexer bem a tinta antes de usá-la é o primeiro passo para evitar problemas de tonalidade. Em seguida, pinte um pedaço da chapa e compare com a cor do carro, antes de aplicar a tinta no veículo.


Rachadura (Trincamento)

Identificação: A pintura apresenta riscos ou cortes profundos.

Causas:

  • Repintura feita sobre um base velha, já trincada.

  • Aplicação da Laca Acrílica sobre superfície pintada em Esmalte Sintético.

  • Aplicação da tinta sobre Primer inadequado.

  • Excesso da camada de Primer ou Massa.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Marcas de Lixa

Identificação: Risco visíveis sobre uma superfície pintada.

Causas: Lixamento feito com lixa de grana muito grossa

Correção: Aguardar a secagem completa, lixar com lixa de grana mais fina e repintar corretamente conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Escorrimento

Identificação: A tinta forma acúmulos em forma de um cordão (macarrão).

Causas:

  • Aplicação com pistola de pulverização muito próxima da superfície a ser pintada e com movimentos muito lentos.

  • Excesso de tintas com alta viscosidade (muito grossa).

  • Uso de Thinner/Solventes inadequados.

Correção: Aguardar a secagem completa, lixar as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Pintura Queimada (Calcinação)

Identificação: A pintura fica fosca, sem brilho e com aparência ressecada.

Causas: Basicamente há três fatores que causam a calcinação. Os dois primeiros são agressões externas, como:

  • Exposição do veículo ao sol durante muito tempo.

  • Lavagem do veículo com shampoo ou sabão muito forte

  • Já o terceiro fator pode ser considerado como uma agressão interna, que é o uso de Thinner/Solventes inadequados.

Correção: Polir com Massa de Polir, até eliminar o defeito.


Fervura

Identificação: A pintura fica com aparência áspera, rústica e porosa.

Causas:

  • Exposição do veículo pintado ao calor (estufa ou painel de secagem), antes de acontecer a evaporação dos solventes.

  • Aplicação de tintas sobre a peça quente.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções descritas na embalagem do produto.


Bolhas

Identificação: Algumas partes da pintura se enchem de ar formando bolhas.

Causas:

  • Exposição do veículo pintado, ao calor (estufa ou painel de sevagem), antes de acontecer a evaporação dos solventes. Isto ocorre principalmente quando da aplicação excessiva Primer ou Massa (camada muito grossa).

  • Existência de umidade na superfície a ser pintada.

  • Presença de água na magueira ou no compressor.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, limpar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções descritas na embalagem do produto.


Manchamento na Cores Metálicas

Identificação: O manchamento da pintura é identificado visualmente, em função de concentração de alumínio em pequenas áreas.

Causas:

  • Falta de ajuste da pressão do ar, vazão da tinta (aplicação muito carregada), velocidade e/ou distância inadequadas entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada.

  • Quantidade muito grande de retardador adicionado à tinta (no caso de Laca Acrílica).

  • Presença de água na mangueira ou no compressor.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, limpar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções descritas na embalagem do produto.


Falta de Aderência

Identificação: A tintas se destaca da superfície pintada, em forma de placas.

Causas:

  • Limpeza inadequada da superfície a ser pintada.

  • Falta de lixamento da pintura original.

  • Uso de Thinner/Solventes inadequados.

Correção: Remover as camadas soltas e repintar conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Cratera (Olho de Peixe)

Identificação: A ausência de tintas em pontos onde existem impurezas provoca o surgimento de crateras com aparência de olho de peixe.

Causas:

  • Limpeza inadequada da superfície a ser pintada (é necessário lavar o carro com detergente).

  • Uso de ceras polidoras que contenham silicone ou substâncias graxas.

  • Contaminação das roupas por silicone ou substância graxas.

  • Óleo no compressor.

  • Cristalização.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Casca de Laranja

Identificação: A pintura fica com aparência granulada, semelhante à casca de laranja.

Causas: Este problema é causado por descuido na hora da aplicação. Os fatores que influenciam são:

  • Pintura realizada em ambientes muito quente.

  • Alta viscosidade da tintas (muito grossa).

  • Uso de Thinner/Solventes inadequados.

  • Falta de ajuste de pressão do ar, vazão da tinta, velocodade de aplicação e distância entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada.

Correção:

  • Casos Simples: Após a secagem da tinta, polir com Massa de Polir.

  • Casos Graves: Após a secagem da tinta, lixar a pintura até obter uma superfície lisa e repintar corretamente conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Branqueamento

Identificação: A pintura fica com aparência leitosa e sem brilho, logo após a aplicação

Causas: Este é um problema que pode ocorrer com a Laca Nitrocelulose ou Laca Acrílica. Estas tintas utilizam Thinner/Solventes de evaporação muito rápida, que em ambientes muito úmido pode ocasionar o branqueamento. É por isso que este problema ocorre com mais frequência em dias frios e chuvosos.

Correção:

  • Casos Simples: Após a secagem da tinta, polir com Massa de Polir.

  • Casos Graves: Após a secagem da tinta, lixar a pintura e aplicar 2 demãos cruzadas do acabamento. Adicionando na tinta, já diluída, 5 a 10% de retardador correspondente ao sistema de pintura utilizado.

Tintas automotivas

Tintas Automotivas Model CoresAntigamente, quando se fala em montar modelos usando tintas automotivas, achava-se que isso era mania de modelista profissional, viciado em perfeição, etc. Hoje, porém, com a dificuldade de importar materiais de qualidade a preços acessíveis, o uso de tintas automotivas pode ser uma boa opção.

As tintas automotivas são aquelas, como o nome diz, para pintar automóveis (e não modelos de carros, como pensam alguns) e geralmente são vendidas em grandes quantidades. Essas tintas, a princípio, só deveriam ser vendidas para funilarias. As cores do modelismo são muito exatas, necessitam de misturas corretas para adquirir o tom desejado. O uso de tintas básicas e a mistura feita manualmente, dificilmente atingiriam o resultado desejado.

Nos últimos anos, os sistemas de fabricação de cores exatas (misturadores) ficaram mais acessíveis e alguns vendedores viram nesse meio um novo mercado a ser explorado - o modelismo. A venda de pequenas quantidades, em cores mais específicas permite que essas tintas sejam usadas no modelismo.

Tintas PterocolorsExistem básicamente três tipos de tintas automotivas: As tintas de poliéster, tintas a base de laca de nitrocelulose (conhecidas como Duco) e tintas acrílicas. As tintas de poliéster são indicadas para pinturas coloridas e brilhantes, ideal para modelismo de carros e motos. As tintas Duco, formam uma camada meio que plástica e possuem vários tons. Praticamente todas as cores estão nessa segunda categoria. As tintas acrílicas devem ser diluídas em verniz acrílico e não atacam pinturas metálicas ou transparências.

Além disso, existe um terceiro material que é chamado de primer. Ele ajuda a aderir a tinta no plástico, uma vez que ela foi feita para aderir em metal e necessita de um fixador para grudar em outras superfícies. As tintas duco atacam o plástico (assim como alguns solventes), por isso, o uso de primer não é só recomendado, como obrigatório. Outra opção para se aderir tinta no plástico são os chamados "promotores de aderência". Um composto feito exclusivamente para esta função, servindo como base ou podendo ser usado antes do tradicional fundo (de cor cinzenta).

A diluição da tinta depende do fabricante que a vende. Alguns as vendem já com um pouco de solvente, de modo que a quantidade necessária é menor. Outros as vendem quase in-natura, parecendo uma pasta grossa, de modo que é necessario muito mais solvente. De qualquer maneira, a quantidade de solvente é bem maior que nas tintas próprias para o plastimodelismo. Em geral deve ser 1 parte de solvente para 1 de tinta (em tintas mais ralas) e até 3 de solvente para 1 de tinta, em caso de tintas mais grossas.

Para dissolver as tintas automotivas, recomenda-se usar o diluente apropriado, normalmente recomendado para o tipo de tinta a ser usada. Costuma-se usar o Thinner, que é um solvente (são destinados principalmente à limpeza dos materiais de pintura) como diluente, o que merece uma atenção um pouco maior. Tintas acrílicas só devem ser dissolvidas em verniz acrílico, caso contrário, pode ocorrer o "queimado" da cor, ou decantação do pigmento no fundo.

Assim como existem as tintas automotivas, existe também o verniz automotivo, que tem a mesma função do verniz convencional. A vantagem é que este, sendo próprio para o tipo de tinta, não reage com a mesma, causando mudanças de cor ou defeitos na pintura tipo enrugamento. Além disso, o verniz automotivo é bem mais resistente ao tempo, e não amarela com facilidade. Existem dois tipos de vernizes, os pronto para uso que é só diluir e usar, e os chamados "bi-componentes". Este último, como o nome diz, é dividido em dois compostos, a tinta e o catalisador, uma espécie de "secante". Este é mais forte e merece maior atenção na hora da aplicação além de uma experiência maior por parte do plastimodelista.

Tintas AerotechOutra vantagem da tinta automotiva é que sendo feita para automóveis, pode-se usar cera de carro para dar polimento e brilho (no caso de cores brilhantes), usando a mesma técnica recomendada na embalagem da cera. Deve-se no entanto, substituir o pano por algo mais fácil de manusear, como algodão e/ou cotonetes.


As tintas automotivas podem ser encomendadas ao gosto do freguês, de modo que elas nunca estão em falta, ou são difíceis de achar. Basta entrar em contato com o fabricante ou com a loja de revenda, e passar o código FS da tinta desejada e ela poderá ser feita na hora. O preço dessas tintas, pode de início assustar, mas botando na ponta do lápis fica mais barato que a tinta normal. Enquanto uma tinta convencional, de 10 a 30ml custa cerca de R$ 5,00, um vidro de tinta automotiva custa R$ 10,00, mas em uma embalagem que varia de 50 a 200 ml. Além disso, deve-se levar em conta que a tinta precisa ser diluída muito mais, o que significa que ela rende muito mais que a tinta comum.

Reza a lenda, ainda, que a tinta duco branca é a única que não amarela, sendo ideal para carros e aviões comerciais. Se você tem acesso fácil ao fornecedor, pode tentar pedir tinta branca sem diluíção, grossa e diluir da maneira desejada. A tinta branca é muito difícil de cobertura (necessita de várias demãos) e você podendo diluí-la a seu modo, terá um trabalho mais proveitoso.

Já existem diversos fabricantes dessas tintas no Brasil:

Deixe seu carro brinhando ( polimento)

Quando um carro sai de fábrica, sua chapa de aço é protegida por uma brilhante e dura camada de tinta que tem algo entre 60 e 80 mícron (1 mícron = 1 milésimo de milímetro) de espessura. Esta camada é normalmente dividida em cerca de 20 mícron para o 'primmer' que é a base da tinta e que permite a adesão da tinta à chapa de aço, e cerca de 40 mícron para a tinta propriamente dita. No caso de tintas metálicas e perolizadas existe ainda uma última camada de verniz incolor (clear cote). Esta fina camada de menos de 1 décimo de milímetro dá ao carro a aparência brilhante que esperamos ver, e ainda protege o aço contra a corrosão. A tinta brilha, pois é, dentro do possível, absolutamente lisa e sem irregularidades.


DESGASTE


Ao deixar a fábrica a pintura começa a receber o ataque de poluição, raios infravermelhos e ultravioleta, panos e escovas de lava rápidos, detergentes, etc. O resultado disso é que, com o tempo, a pintura lisa e brilhante vai ficando com pequenas irregularidades (micro-imperfeições, riscos e ondulações), comprometendo a reflexão da luz, e com isso o brilho.

POLIMENTO



O que normalmente se faz para devolver o brilho à pintura do carro, é
através do uso de polidores, remover uma pequena camada de tinta, de modo a devolver à pintura a aparência lisa. O grande problema desta operação, é que os polidores são abrasivos, isto é, são substâncias muito duras, geralmente óxidos metálicos, capazes de arrancar, por atrito, partículas da tinta. Este processo de abrasão pode ser intensificado ainda mais pelo uso de máquinas politrizes. Ao final do processo de polimento uma pequena camada de tinta foi removida, devolvendo à camada externa a aparência original e brilhante. Fica claro que este é um processo limitado e que somente deve ser usado nos casos mais graves.


CERA: ALTERNATIVA MAIS COMUM


Uma outra alternativa muito usual é o uso de ceras para a cobertura da camada pintada. Existem no mercado ceras aditivadas com polímeros sintéticos que aumentam de forma considerável a vida útil da pintura. A finalidade da cera é preencher as irregularidades criadas sobre a superfície pintada pela ação do tempo, reproduzindo o brilho da tinta nova como pode ser observado na ilustração. Ao contrário do polimento, a cera não remove a tinta por abrasão, por produzir um filme sobre a tinta, protege-a dos ataques. Uma camada pintada protegida por cera, e mantida desta maneira por enceramentos regulares, evita a necessidade de polimentos.


Além disso, existem no mercado os chamados cristalizadores. Enquanto o termo cristalização é usado de forma absolutamente aleatória no mercado, significando desde um mero polimento até a aplicação de agentes 'cristalizadores', a cristalização propriamente dita é a aplicação de compostos, tipo teflon e/ou silicone que apenas protegem a pintura e outros que reagem com a pintura, geralmente a base de flúor, e que formam um filme duro sobre a camada pintada. Não é recomendado o uso deste último, pois esta camada dura pode trincar dando a aparência de pele de crocodilo à pintura, sendo a sua remoção bastante difícil.


O ideal é encerar o carro assim que retirá-lo da revenda, garantindo desta forma a proteção da pintura original, e novamente encerá-lo cada vez que ao jogarmos água sobre a pintura não pudermos observar as 'bolinhas' de água características da cera. Uma pintura permanentemente mantida, protegida com cera dificilmente exigirá polimento. Caso o seu carro já tenha perdido o brilho, deve-se providenciar um polimento com o abrasivo (massa de polir), mais fina possível, providenciando uma boa encerada após o polimento. A partir deste ponto fazer como na pintura nova, mantendo o enceramento regular para evitar a necessidade de novo polimento.


QUAL CERA USAR?


As mais utilizadas são as famosas "coloridas", a tradicional "da latinha" e ceras acrílicas "siliconadas". As três apresentam resultados excelentes. Para carros novíssimos, as siliconadas têm resultado excelente, dispensando a cera "colorida", que veda de forma superficial alguns riscos da lataria. A tradicional "da latinha" é rápida e eficiente, além de mais barata e em muitos casos não apresentar muita diferença da cera "siliconada", cumprindo bem a sua função.





AGORA, MÃOS A OBRA E DEIXE SEU CARRO BRILHANDO



Palavras-chave: Tuning | Cera | Polimento | Automóvel | Carro
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Escorrimento



Identificação: A tinta forma acúmulos em forma de um cordão (macarrão).

Causas:

*

Aplicação com pistola de pulverização muito próxima da superfície a ser pintada e com movimentos muito lentos.
*

Excesso de tintas com alta viscosidade (muito grossa).
*

Uso de Thinner/Solventes inadequados.

Correção: Aguardar a secagem completa, lixar as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Pintura Queimada (Calcinação)



Identificação: A pintura fica fosca, sem brilho e com aparência ressecada.

Causas: Basicamente há três fatores que causam a calcinação. Os dois primeiros são agressões externas, como:

*

Exposição do veículo ao sol durante muito tempo.
*

Lavagem do veículo com shampoo ou sabão muito forte
*

Já o terceiro fator pode ser considerado como uma agressão interna, que é o uso de Thinner/Solventes inadequados.

Correção: Polir com Massa de Polir, até eliminar o defeito.


Fervura



Identificação: A pintura fica com aparência áspera, rústica e porosa.

Causas:

*

Exposição do veículo pintado ao calor (estufa ou painel de secagem), antes de acontecer a evaporação dos solventes.
*

Aplicação de tintas sobre a peça quente.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções descritas na embalagem do produto.


Bolhas



Identificação: Algumas partes da pintura se enchem de ar formando bolhas.

Causas:

*

Exposição do veículo pintado, ao calor (estufa ou painel de sevagem), antes de acontecer a evaporação dos solventes. Isto ocorre principalmente quando da aplicação excessiva Primer ou Massa (camada muito grossa).
*

Existência de umidade na superfície a ser pintada.
*

Presença de água na magueira ou no compressor.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, limpar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções descritas na embalagem do produto.


Manchamento na Cores Metálicas



Identificação: O manchamento da pintura é identificado visualmente, em função de concentração de alumínio em pequenas áreas.

Causas:

*

Falta de ajuste da pressão do ar, vazão da tinta (aplicação muito carregada), velocidade e/ou distância inadequadas entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada.
*

Quantidade muito grande de retardador adicionado à tinta (no caso de Laca Acrílica).
*

Presença de água na mangueira ou no compressor.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, limpar a superfície e repintar corretamente, conforme as instruções descritas na embalagem do produto.


Falta de Aderência



Identificação: A tintas se destaca da superfície pintada, em forma de placas.

Causas:

*

Limpeza inadequada da superfície a ser pintada.
*

Falta de lixamento da pintura original.
*

Uso de Thinner/Solventes inadequados.

Correção: Remover as camadas soltas e repintar conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Cratera (Olho de Peixe)



Identificação: A ausência de tintas em pontos onde existem impurezas provoca o surgimento de crateras com aparência de olho de peixe.

Causas:

*

Limpeza inadequada da superfície a ser pintada (é necessário lavar o carro com detergente).
*

Uso de ceras polidoras que contenham silicone ou substâncias graxas.
*

Contaminação das roupas por silicone ou substância graxas.
*

Óleo no compressor.
*

Cristalização.

Correção: Decapar (raspar) as partes afetadas, preparar a superfície e repintar corretamente, conforme instruções descritas na embalagem do produto.


Casca de Laranja



Identificação: A pintura fica com aparência granulada, semelhante à casca de laranja.

Causas: Este problema é causado por descuido na hora da aplicação. Os fatores que influenciam são:

*

Pintura realizada em ambientes muito quente.
*

Alta viscosidade da tintas (muito grossa).
*

Uso de Thinner/Solventes inadequados.
*

Falta de ajuste de pressão do ar, vazão da tinta, velocodade de aplicação e distância entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada.

Correção:

*

Casos Simples: Após a secagem da tinta, polir com Massa de Polir.
*

Casos Graves: Após a secagem da tinta, lixar a pintura até obter uma superfície lisa e repintar corretamente conforme instruções descritas na embalagem do produto.

Branqueamento



Identificação: A pintura fica com aparência leitosa e sem brilho, logo após a aplicação

Causas: Este é um problema que pode ocorrer com a Laca Nitrocelulose ou Laca Acrílica. Estas tintas utilizam Thinner/Solventes de evaporação muito rápida, que em ambientes muito úmido pode ocasionar o branqueamento. É por isso que este problema ocorre com mais frequência em dias frios e chuvosos.

Correção:

*

Casos Simples: Após a secagem da tinta, polir com Massa de Polir.
*

Casos Graves: Após a secagem da tinta, lixar a pintura e aplicar 2 demãos cruzadas do acabamento. Adicionando na tinta, já diluída, 5 a 10% de retardador correspondente ao sistema de pintura utilizado.





Uma dica sobre diferença de tonalidade

SOLUCIONANDO PROBLEMAS

Diferença de Tonalidade



Identificação: A repintura apresenta uma tonalidade diferente de pintura original.

Causas: A pintura original de fábrica apresenta algumas variações e ainda sofre alteração na sua coloração, por ação da natureza e/ou por maus tratos. Isto significa que é natural ter que "acertar" a tonalidade da cor na hora da repintura. Mas é importante saber que o modo de como se aplica a tinta também influencia ( e muito) a tonalidade da cor.
Os problemas mais frequentes ocorrem pelos seguinte motivos:

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Uso de tintas com baixa viscosidade (tinta muito fina) ou com alta viscosidade (tinta muito grossa).
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Falta de ajuste da pressão do ar, vazão da tinta, velocidade de aplicação e distância entre a pistola de pulverização e a superfície a ser pintada.
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Número inadequado de demãos aplicadas: mais demãos (tonalidade mais escura), menos demãos (tonalidade mais clara).

Correção: Utilizar a tinta de maneira correta, seguindo rigorosamente as instruções contidas na embalagem. Caso a cor ainda precise de ajuste, o acerto da tonalidade pode ser feito com o acréscimo de pigmentos na tinta.

OBS.: Mexer bem a tinta antes de usá-la é o primeiro passo para evitar problemas de tonalidade. Em seguida, pinte um pedaço da chapa e compare com a cor do carro, antes de aplicar a tinta no veículo.